domingo, 29 de julho de 2012
Deus salva de todas as tribulações.
107.1 Rendei graças ao SENHOR, porque ele é bom, e a sua misericórdia dura para sempre.
107.2 Digam-no os remidos do SENHOR, os que ele resgatou da mão do inimigo
107.3 e congregou de entre as terras, do Oriente e do Ocidente, do Norte e do mar.
107.4 Andaram errantes pelo deserto, por ermos caminhos, sem achar cidade em que habitassem.
107.5 Famintos e sedentos, desfalecia neles a alma.
107.6 Então, na sua angústia, clamaram ao SENHOR, e ele os livrou das suas tribulações.
107.7 Conduziu-os pelo caminho direito, para que fossem à cidade em que habitassem.
107.8 Rendam graças ao SENHOR por sua bondade e por suas maravilhas para com os filhos dos homens!
107.9 Pois dessedentou a alma sequiosa e fartou de bens a alma faminta.
107.10 Os que se assentaram nas trevas e nas sombras da morte, presos em aflição e em ferros,
107.11 por se terem rebelado contra a palavra de Deus e haverem desprezado o conselho do Altíssimo,
107.12 de modo que lhes abateu com trabalhos o coração — caíram, e não houve quem os socorresse.
107.13 Então, na sua angústia, clamaram ao SENHOR, e ele os livrou das suas tribulações.
107.14 Tirou-os das trevas e das sombras da morte e lhes despedaçou as cadeias.
107.15 Rendam graças ao SENHOR por sua bondade e por suas maravilhas para com os filhos dos homens!
107.16 Pois arrombou as portas de bronze e quebrou as trancas de ferro.
107.17 Os estultos, por causa do seu caminho de transgressão e por causa das suas iniqüidades, serão afligidos.
107.18 A sua alma aborreceu toda sorte de comida, e chegaram às portas da morte.
107.19 Então, na sua angústia, clamaram ao SENHOR, e ele os livrou das suas tribulações.
107.20 Enviou-lhes a sua palavra, e os sarou, e os livrou do que lhes era mortal.
107.21 Rendam graças ao SENHOR por sua bondade e por suas maravilhas para com os filhos dos homens!
107.22 Ofereçam sacrifícios de ações de graças e proclamem com júbilo as suas obras!
107.23 Os que, tomando navios, descem aos mares, os que fazem tráfico na imensidade das águas,
107.24 esses vêem as obras do SENHOR e as suas maravilhas nas profundezas do abismo.
107.25 Pois ele falou e fez levantar o vento tempestuoso, que elevou as ondas do mar.
107.26 Subiram até aos céus, desceram até aos abismos; no meio destas angústias, desfalecia-lhes a alma.
107.27 Andaram, e cambalearam como ébrios, e perderam todo tino.
107.28 Então, na sua angústia, clamaram ao SENHOR, e ele os livrou das suas tribulações.
107.29 Fez cessar a tormenta, e as ondas se acalmaram.
107.30 Então, se alegraram com a bonança; e, assim, os levou ao desejado porto.
sl 107
A luz e as trevas.
22São os olhos a lâmpada do corpo se os teus olhos forem bons todo o teu corpo será luminoso. 23 Se porém os teus olhos forem maus todo o teu corpo estará em trevas por tanto caso a luz que em ti há sejam trevas que grade trevas serão!.
Mt 6, 22-23. Lc 11 34-36
sábado, 28 de julho de 2012
Webster a aranha medrosa.
Era um dia tempestuoso no jardim relâmpagos brilhavam trovões retubavam mas as joaninhas gêmias e sua mãe Lucy eu sou a mais corajosa jardim vangloriava-se Hailey. eu sou a mais corajosa do mundo dizia Bailey. De repente Lucy viu a coisa mas assustadora que uma joaninha poderia ver uma aranha grande ! corram e esalve as suas vidas.
A educação de Daniel e seus companheiros.
1.2 No quinto dia do referido mês, no quinto ano de cativeiro do rei Joaquim,
1.3 veio expressamente a palavra do SENHOR a Ezequiel, filho de Buzi, o sacerdote, na terra dos caldeus, junto ao rio Quebar, e ali esteve sobre ele a mão do SENHOR.
1.4 Olhei, e eis que um vento tempestuoso vinha do Norte, e uma grande nuvem, com fogo a revolver-se, e resplendor ao redor dela, e no meio disto, uma coisa como metal brilhante, que saía do meio do fogo.
1.5 Do meio dessa nuvem saía a semelhança de quatro seres viventes, cuja aparência era esta: tinham a semelhança de homem.
1.6 Cada um tinha quatro rostos, como também quatro asas.
1.7 As suas pernas eram direitas, a planta de cujos pés era como a de um bezerro e luzia como o brilho de bronze polido.
1.8 Debaixo das asas tinham mãos de homem, aos quatro lados; assim todos os quatro tinham rostos e asas.
1.9 Estas se uniam uma à outra; não se viravam quando iam; cada qual andava para a sua frente.
1.10 A forma de seus rostos era como o de homem; à direita, os quatro tinham rosto de leão; à esquerda, rosto de boi; e também rosto de águia, todos os quatro.
1.11 Assim eram os seus rostos. Suas asas se abriam em cima; cada ser tinha duas asas, unidas cada uma à do outro; outras duas cobriam o corpo deles.
1.12 Cada qual andava para a sua frente; para onde o espírito havia de ir, iam; não se viravam quando iam.
1.13 O aspecto dos seres viventes era como carvão em brasa, à semelhança de tochas; o fogo corria resplendente por entre os seres, e dele saíam relâmpagos,
1.14 os seres viventes ziguezagueavam à semelhança de relâmpagos.
1.15 Vi os seres viventes; e eis que havia uma roda na terra, ao lado de cada um deles.
1.16 O aspecto das rodas e a sua estrutura eram brilhantes como o berilo; tinham as quatro a mesma aparência, cujo aspecto e estrutura eram como se estivera uma roda dentro da outra.
1.17 Andando elas, podiam ir em quatro direções; e não se viravam quando iam.
1.18 As suas cambotas eram altas, e metiam medo; e, nas quatro rodas, as mesmas eram cheias de olhos ao redor.
1.19 Andando os seres viventes, andavam as rodas ao lado deles; elevando-se eles, também elas se elevavam.
1.20 Para onde o espírito queria ir, iam, pois o espírito os impelia; e as rodas se elevavam juntamente com eles, porque nelas havia o espírito dos seres viventes.
1.21 Andando eles, andavam elas e, parando eles, paravam elas, e, elevando-se eles da terra, elevavam-se também as rodas juntamente com eles; porque o espírito dos seres viventes estava nas rodas.
1.22 Sobre a cabeça dos seres viventes havia algo semelhante ao firmamento, como cristal brilhante que metia medo, estendido por sobre a sua cabeça.
1.23 Por debaixo do firmamento, estavam estendidas as suas asas, a de um em direção à de outro; cada um tinha outras duas asas com que cobria o corpo de um e de outro lado.
1.24 Andando eles, ouvi o tatalar das suas asas, como o rugido de muitas águas, como a voz do Onipotente; ouvi o estrondo tumultuoso, como o tropel de um exército. Parando eles, abaixavam as asas.
1.25 Veio uma voz de cima do firmamento que estava sobre a sua cabeça. Parando eles, abaixavam as asas.
1.26 Por cima do firmamento que estava sobre a sua cabeça, havia algo semelhante a um trono, como uma safira; sobre esta espécie de trono, estava sentada uma figura semelhante a um homem.
1.27 Vi-a como metal brilhante, como fogo ao redor dela, desde os seus lombos e daí para cima; e desde os seus lombos e daí para baixo, vi-a como fogo e um resplendor ao redor dela.
1.28 Como o aspecto do arco que aparece na nuvem em dia de chuva, assim era o resplendor em redor. Esta era a aparência da glória do SENHOR; vendo isto, caí com o rosto em terra e ouvi a voz de quem falava.
Dn 1
A vaidade da vida
39.1 [Ao mestre de canto,jedutum Salmo de Davi] Disse comigo mesmo: guardarei os meus caminhos, para não pecar com a língua; porei mordaça à minha boca, enquanto estiver na minha presença o ímpio.
39.2 Emudeci em silêncio, calei acerca do bem, e a minha dor se agravou.
39.3 Esbraseou-se-me no peito o coração; enquanto eu meditava, ateou-se o fogo; então, disse eu com a própria língua:
39.4 Dá-me a conhecer, SENHOR, o meu fim e qual a soma dos meus dias, para que eu reconheça a minha fragilidade.
39.5 Deste aos meus dias o comprimento de alguns palmos; à tua presença, o prazo da minha vida é nada. Na verdade, todo homem, por mais firme que esteja, é pura vaidade.
39.6 Com efeito, passa o homem como uma sombra; em vão se inquieta; amontoa tesouros e não sabe quem os levará.
39.7 E eu, Senhor, que espero? Tu és a minha esperança.
39.8 Livra-me de todas as minhas iniqüidades; não me faças o opróbrio do insensato.
39.9 Emudeço, não abro os lábios porque tu fizeste isso.
39.10 Tira de sobre mim o teu flagelo; pelo golpe de tua mão, estou consumido.
39.11 Quando castigas o homem com repreensões, por causa da iniqüidade, destróis nele, como traça, o que tem de precioso. Com efeito, todo homem é pura vaidade.
39.12 Ouve, SENHOR, a minha oração, escuta-me quando grito por socorro; não te emudeças à vista de minhas lágrimas, porque sou forasteiro à tua presença, peregrino como todos os meus pais o foram.
39.13 Desvia de mim o olhar, para que eu tome alento, antes que eu passe e deixe de existir.
sl 39
As maravilhosas obras do Senhor a favor de israel
105.1 Rendei graças ao SENHOR, invocai o seu nome, fazei conhecidos, entre os povos, os seus feitos.
105.2 Cantai-lhe, cantai-lhe salmos; narrai todas as suas maravilhas.
105.3 Gloriai-vos no seu santo nome; alegre-se o coração dos que buscam o SENHOR.
105.4 Buscai o SENHOR e o seu poder; buscai perpetuamente a sua presença.
105.5 Lembrai-vos das maravilhas que fez, dos seus prodígios e dos juízos de seus lábios,
105.6 vós, descendentes de Abraão, seu servo, vós, filhos de Jacó, seus escolhidos.
105.7 Ele é o SENHOR, nosso Deus; os seus juízos permeiam toda a terra.
105.8 Lembra-se perpetuamente da sua aliança, da palavra que empenhou para mil gerações;
105.9 da aliança que fez com Abraão e do juramento que fez a Isaque;
105.10 o qual confirmou a Jacó por decreto e a Israel por aliança perpétua,
105.11 dizendo: Dar-te-ei a terra de Canaã como quinhão da vossa herança.
105.12 Então, eram eles em pequeno número, pouquíssimos e forasteiros nela;
105.13 andavam de nação em nação, de um reino para outro reino.
105.14 A ninguém permitiu que os oprimisse; antes, por amor deles, repreendeu a reis,
105.15 dizendo: Não toqueis nos meus ungidos, nem maltrateis os meus profetas.
105.16 Fez vir fome sobre a terra e cortou os meios de se obter pão.
105.17 Adiante deles enviou um homem, José, vendido como escravo;
105.18 cujos pés apertaram com grilhões e a quem puseram em ferros,
105.19 até cumprir-se a profecia a respeito dele, e tê-lo provado a palavra do SENHOR.
105.20 O rei mandou soltá-lo; o potentado dos povos o pôs em liberdade.
105.21 Constituiu-o senhor de sua casa e mordomo de tudo o que possuía,
105.22 para, a seu talante, sujeitar os seus príncipes e aos seus anciãos ensinar a sabedoria.
105.23 Então, Israel entrou no Egito, e Jacó peregrinou na terra de Cam.
105.24 Deus fez sobremodo fecundo o seu povo e o tornou mais forte do que os seus opressores.
105.25 Mudou-lhes o coração para que odiassem o seu povo e usassem de astúcia para com os seus servos.
105.26 E lhes enviou Moisés, seu servo, e Arão, a quem escolhera,
105.27 por meio dos quais fez, entre eles, os seus sinais e maravilhas na terra de Cam.
105.28 Enviou trevas, e tudo escureceu; e Moisés e Arão não foram rebeldes à sua palavra.
105.29 Transformou-lhes as águas em sangue e assim lhes fez morrer os peixes.
105.30 Sua terra produziu rãs em abundância, até nos aposentos dos reis.
105.31 Ele falou, e vieram nuvens de moscas e piolhos em todo o seu país.
105.32 Por chuva deu-lhes saraiva e fogo chamejante, na sua terra.
105.33 Devastou-lhes os vinhedos e os figueirais e lhes quebrou as árvores dos seus limites.
105.34 Ele falou, e vieram gafanhotos e saltões sem conta,
105.35 os quais devoraram toda a erva do país e comeram o fruto dos seus campos.
105.36 Também feriu de morte a todos os primogênitos da sua terra, as primícias do seu vigor.
105.37 Então, fez sair o seu povo, com prata e ouro, e entre as suas tribos não havia um só inválido.
105.38 Alegrou-se o Egito quando eles saíram, porquanto lhe tinham infundido terror.
105.39 Ele estendeu uma nuvem que lhes servisse de toldo e um fogo para os alumiar de noite.
105.40 Pediram, e ele fez vir codornizes e os saciou com pão do céu.
105.41 Fendeu a rocha, e dela brotaram águas, que correram, qual torrente, pelo deserto.
105.42 Porque estava lembrado da sua santa palavra e de Abraão, seu servo.
105.43 E conduziu com alegria o seu povo e, com jubiloso canto, os seus escolhidos.
105.44 Deu-lhes as terras das nações, e eles se apossaram do trabalho dos povos,
105.45 para que lhe guardassem os preceitos e lhe observassem as leis. Aleluia!
sexta-feira, 27 de julho de 2012
Um pouco sobre mim.
Meu nome é Marcos Paulo moro no rio de janeiro bairro bangu estudo no colégio municipal tenho pai e mãe e estou de férias
Assinar:
Postagens (Atom)





