sexta-feira, 27 de julho de 2012

Sobre a sombra do altíssimo.


   O que habita no esconderijo do Altíssimo e descansa à sombra do Onipotente

91.2   diz ao SENHOR: Meu refúgio e meu baluarte, Deus meu, em quem confio.
91.3   Pois ele te livrará do laço do passarinheiro e da peste perniciosa.
91.4   Cobrir-te-á com as suas penas, e, sob suas asas, estarás seguro; a sua verdade é pavês e escudo.
91.5   Não te assustarás do terror noturno, nem da seta que voa de dia,
91.6   nem da peste que se propaga nas trevas, nem da mortandade que assola ao meio-dia.
91.7   Caiam mil ao teu lado, e dez mil, à tua direita; tu não serás atingido.
91.8   Somente com os teus olhos contemplarás e verás o castigo dos ímpios.
91.9   Pois disseste: O SENHOR é o meu refúgio. Fizeste do Altíssimo a tua morada.
91.10   Nenhum mal te sucederá, praga nenhuma chegará à tua tenda.
91.11   Porque aos seus anjos dará ordens a teu respeito, para que te guardem em todos os teus caminhos.
91.12   Eles te sustentarão nas suas mãos, para não tropeçares nalguma pedra.
91.13   Pisarás o leão e a áspide, calcarás aos pés o leãozinho e a serpente.
91.14   Porque a mim se apegou com amor, eu o livrarei; pô-lo-ei a salvo, porque conhece o meu nome.
91.15   Ele me invocará, e eu lhe responderei; na sua angústia eu estarei com ele, livrá-lo-ei e o glorificarei.
91.16   Saciá-lo-ei com longevidade e lhe mostrarei a minha salvação.

Os dois senhores.

Ninguém pode servir a dois senhores porque ou há ou há aborrecer-se de um amar ao outro, ou se devotará a um e desprezará ao outro. Não podeis servir a Deus e ás riquezas.
mt 6.24

Diante do trono infantil


A prática da justiça.







Guardai-vos exercer a vossa justiça diante dos homens, com o fim de serdes vistos por eles, doutra sorte, não tereis galardão junto de vosso pai celeste.
mt,6 , 1

domingo, 22 de julho de 2012

Criador das olimpíadas modernas Barão Coubertin

Nasceu em 1, de janeiro de 1863 na capital francesa que é Paris em uma família aristocrática criou as olimpíadas modernas e morreu com 74 anos

quarta-feira, 18 de julho de 2012

A parábola do fermento




Disse mais: A que comprarei o reino de Deus? È semelhante ao fermento que uma mulher tomou e escondeu em tres medidas de farinha até ficar tudo levado.











lc 13. 20 ,21. mt, 13, 33.